domingo, 24 de fevereiro de 2013

Liderança da Ala Uberlândia




Liderança da Ala Uberlândia


Presidente da Sociedade de Socorro - Andreia Soares de Sena Silva

Primeira Conselheira da Sociedade de Socorro - Eva Olímpia de Oliveira Pereira Ramos

Segunda Conselheira da Sociedade de Socorro - Larissa Crystine Fernandes Silva

Secretária da Sociedade de Socorro - Aline Batista da Silva

Professora do segundo Domingo - Alexsandra Cardoso Teodoro Cândido

Professora do Terceiro Domingo - Ramicena Silva Lira

Coordenadora de Professora Visitantes - Marilda Morais Santos de Araújo

Líder Atividade Sociedade de Socorro - Veridiana Silva Lira
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Recepicionista da Ala - Apolinaria Oliveira Ramos

O Primeiro Grande Mandamento - Aula 4 domingo Fev

Queridas irmãs,

Segue nossa aula de hoje, com certeza a leitura nos deixará mais preparadas para edificação de nossos testemunhos em nossa aula,
Bjm e até mais tarde...
 


O Primeiro Grande Mandamento

Élder Jeffrey R. Holland
Do Quórum dos Doze Apóstolos


Temos uma vida de dedicado discipulado para demonstrar nosso amor pelo Senhor.
Quase não há na História um grupo de quem eu sinta mais pena do que os 11 apóstolos remanescentes, imediatamente após a morte do Salvador do mundo. Acho que às vezes nos esquecemos quão inexperientes eles ainda eram e quão totalmente dependentes de Jesus tinham sido. Ele lhes disse: “Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido (…)?”.1

Mas, é claro que para eles, Jesus não tinha ficado com eles o tempo suficiente. Três anos não é muito tempo para se chamar todo um Quórum de Doze Apóstolos dentre uns poucos recém-conversos, eliminar do meio deles os erros dos antigos caminhos, ensinar-lhes as maravilhas do evangelho de Jesus Cristo e deixá-los sozinhos para levar a obra adiante até que eles também fossem mortos. Era um panorama bem assustador para um grupo de élderes recém-ordenados.

Especialmente a parte referente a serem deixados sozinhos. Por várias vezes, Jesus tentou dizer-lhes que Ele não ia permanecer fisicamente presente com eles, mas ou não conseguiam ou não queriam compreender algo tão angustiante. Marcos escreveu:
“Ensinava os seus discípulos, e lhes dizia: O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens, e matá-lo-ão; e, morto ele, ressuscitará ao terceiro dia.

Mas eles não entendiam esta palavra, e receavam interrogá-lo”.2
Então, após um período de tempo muito curto para aprenderem e menos ainda para se prepararem, aconteceu o inimaginável, o inacreditável se tornou realidade. Seu Senhor e Mestre, seu Conselheiro e Rei foi crucificado. Seu ministério mortal chegou ao fim e a pequena Igreja em dificuldades que Ele havia estabelecido parecia fadada ao escárnio e à extinção. Seus apóstolos realmente O testemunharam em Seu estado ressuscitado, mas isso apenas os deixou ainda mais aturdidos. Sem dúvida, eles devem ter-se perguntado: “O que faremos agora?” Para ter resposta, voltaram-se para Pedro, o apóstolo sênior.

Peço agora que me permitam tomar algumas liberdades que não se acham nas escrituras, ao retratar essa conversa. Em suma, Pedro disse a seus companheiros: “Irmãos, estes foram três anos gloriosos. Nenhum de nós teria imaginado, há bem poucos meses, todos os milagres que vimos e toda a divindade que desfrutamos. Conversamos, oramos e trabalhamos com o próprio Filho de Deus. Andamos com Ele, choramos com Ele e, na noite daquele terrível desfecho, ninguém chorou mais amargamente do que eu. Mas isso passou. Ele terminou Sua obra e ressuscitou. Operou Sua salvação e a nossa. E então, vocês perguntam: ‘O que faremos agora?’ Não sei mais o que lhes dizer a não ser que voltemos a nossa antiga vida, com regozijo. Pretendo ‘ir pescar’”. E ao menos seis dos dez outros apóstolos restantes concordaram, dizendo: “Também nós vamos contigo”. João, que era um deles, escreveu: “Foram, e subiram logo para o barco”.3

Mas infelizmente a pescaria não foi muito boa. Na primeira noite em que voltaram para o mar, não pescaram nada, nem um único peixe. Com o despontar dos primeiros raios de sol, voltaram desapontados para a praia, onde viram à distância uma pessoa que os chamou: “Filhos, tendes alguma coisa de comer?” Melancolicamente, os apóstolos que voltaram a ser pescadores deram a resposta que nenhum pescador quer dar. “Não pescamos nada”, murmuraram, e para piorar as coisas, foram chamados de “filhos”, como se fossem crianças.4

“Lançai a rede para o lado direito do barco, e achareis”,5 gritou o desconhecido — e aquelas simples palavras fizeram com que começassem a reconhecer quem era Ele. Apenas três anos antes, aqueles mesmos homens estavam pescando naquele mesmo mar. Naquela ocasião, também tinham “trabalhado toda a noite, nada [apanhando]”,6 como narram as escrituras. Mas outro galileu na praia havia gritado para que lançassem as redes, e eles “colheram uma grande quantidade de peixes”,7 o suficiente para arrebentar suas redes, enchendo dois barcos que ficaram tão pesados a ponto de começarem a afundar.

O mesmo estava acontecendo novamente. Aqueles “filhos”, como foram justamente chamados, apressadamente lançaram sua rede, e “já não a podiam tirar, pela multidão dos peixes”.8 João disse o óbvio: “É o Senhor”.9 E o impetuoso Pedro pulou da borda do barco no mar.

Depois de um alegre reencontro com Jesus ressuscitado, Pedro teve uma conversa com o Salvador, que eu considero o ponto decisivo e crucial do ministério apostólico em geral, e sem dúvida em termos pessoais para Pedro, conduzindo aquele homem firme como uma rocha a uma vida magnífica de serviço e liderança.

Olhando para seus pequenos barcos desgastados pelo uso, para suas redes esgarçadas e para uma incrível pilha de 153 peixes, Jesus disse a Seu apóstolo sênior: “Pedro, amas-me mais do que amas tudo isso?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”.10

O Salvador respondeu, mas continuou a fitar Seu discípulo nos olhos e disse novamente: “Pedro, tu me amas?” Sem dúvida, um pouco confuso pela repetição da pergunta, o grande pescador respondeu pela segunda vez: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”.11

O Salvador novamente deu uma breve resposta, mas com implacável rigor, perguntou pela terceira vez: “Pedro, tu me amas?” A essa altura, Pedro se sentia realmente desconfortável. Talvez houvesse em seu coração a lembrança do que ocorrera poucos dias antes, quando por três vezes lhe fizeram outra pergunta, à qual ele havia respondido de modo igualmente enfático, porém na negativa. Ou talvez ele tivesse começado a se perguntar se havia compreendido mal a pergunta do Mestre dos mestres. Ou talvez estivesse examinando seu coração, em busca da sincera confirmação da resposta que dera tão prontamente, de modo quase automático. Sejam quais tenham sido seus sentimentos, Pedro disse pela terceira vez: “Senhor, (…) tu sabes que eu te amo”.12

Ao que Jesus respondeu (e novamente reconheço a liberdade que tomo) talvez dizendo algo assim: “Pedro, então por que você está aqui? Por que voltou a esta mesma praia, junto às mesmas redes, tendo essa mesma conversa? Não era óbvio naquela época e não é óbvio agora que se eu quiser peixe, posso conseguir peixes? Do que eu realmente preciso, Pedro, são discípulos, e preciso deles para sempre. Preciso de alguém para apascentar minhas ovelhas e para salvar meus cordeiros. Preciso de alguém para pregar meu evangelho e defender minha fé. Preciso de alguém que me ame, de verdade, e que ame o que nosso
Pai Celestial me comissionou a fazer. Nossa mensagem não é frágil e a tarefa não é fugaz. Não é desafortunada nem irrealizável, nem será relegada às cinzas da história. É a obra do Deus Todo-Poderoso, e deve mudar o mundo. Portanto, pela segunda e presumivelmente pela última vez, Pedro, estou lhe pedindo que deixe tudo isso, para ensinar e testificar, para trabalhar e servir lealmente até o dia em que eles farão com você exatamente o que fizeram comigo”.

Depois, voltando-se para todos os apóstolos, Ele pode muito bem ter dito algo como: “Será que vocês foram tão tolos quanto os escribas, os fariseus, quanto Herodes e Pilatos? Acharam, tal como eles, que esta obra poderia ser destruída simplesmente me matando? Acharam, tal como eles, que a cruz e os cravos e a sepultura foram o fim de tudo, e que cada um poderia alegremente voltar a fazer o que fazia antes? Filhos, será que minha vida e meu amor não lhes tocaram o coração mais profundamente do que isso?”

Amados irmãos e irmãs, não sei exatamente como será nossa experiência no Dia do Juízo , mas ficarei muito surpreso se em algum ponto da conversa, Deus não nos fizer exatamente a mesma pergunta que Cristo dirigiu a Pedro: “Você me amou?” Creio que Ele desejará saber se em nossa própria escolha muito humana, muito inadequada e às vezes infantil das coisas, ao menos compreendemos um mandamento, o primeiro e grande mandamento de todos: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento”.13 E se naquele momento pudermos dizer, gaguejantes: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”; então talvez Ele nos lembre que a principal característica do amor sempre foi a lealdade.

“Se me amais, guardai os meus mandamentos”,14 disse Jesus. Portanto, temos vizinhos para abençoar, filhos para proteger, pobres para erguer e a verdade para defender. Temos coisas erradas para corrigir, verdades para compartilhar e coisas boas para fazer. Em resumo, temos uma vida de dedicado discipulado para demonstrar nosso amor pelo Senhor. Não podemos desistir nem recuar. Depois de um encontro com o Filho vivo do Deus vivo, nada jamais será como foi antes. A Crucificação, a Expiação e a Ressurreição de Jesus Cristo assinalam o início da vida cristã, não o seu fim. Foi essa verdade, essa realidade, que permitiu que um punhado de pescadores galileus que voltaram a ser apóstolos, sem uma só sinagoga ou uma única espada,15 deixasse suas redes uma segunda vez e partisse para moldar a história do mundo no qual agora vivemos.

Testifico do fundo do coração, com a intensidade de minha alma, a todos os que podem ouvir-me que essas chaves apostólicas foram restauradas na Terra e se encontram em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Para aqueles que ainda não se uniram a nós nesta grande e final causa de Cristo, dizemos: “Por favor, venham”. Para aqueles que já estiveram conosco mas recuaram, preferindo escolher e pegar apenas alguns aperitivos culturais do bufê da Restauração, deixando de lado o resto do banquete, digo que temo que terão pela frente muitas noites longas e redes vazias. O chamado é para que voltemos, permaneçamos fiéis, amemos a Deus e estendamos a mão para ajudar. Incluo nessa conclamação permanente de fidelidade todo ex-missionário que já esteve dentro de uma pia batismal com o braço erguido em ângulo reto, dizendo: “Tendo sido comissionado por Jesus Cristo”.16 Você foi comissionado para mudar o seu converso para sempre, mas isso devia certamente ter mudado você também para sempre. Para os jovens da Igreja que aguardam a missão, o templo e o casamento, dizemos: “Amem a Deus e permaneçam limpos do sangue e dos pecados desta geração. Vocês têm um trabalho monumental para fazer, salientado pelo maravilhoso anúncio feito ontem de manhã pelo Presidente Thomas S. Monson. “O
Pai Celestial espera seu amor e sua lealdade em todas as fases da vida.”

Para todos os que me ouvem, a voz de Cristo ressoa ao longo das eras perguntando a cada um de nós enquanto ainda há tempo: “Tu me amas?” E por todos nós, respondo com minha honra e minha alma: “Sim, Senhor, nós te amamos”. E tendo posto a “mão no arado”,17 jamais olharemos para trás até que este trabalho esteja terminado e o amor a Deus e ao próximo governe o mundo. Em nome de Jesus Cristo. Amém.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Escolher a Vida Eterna


Flor: 1

Queridas irmãs, essa mensagem é maravilhosa, nos lembra o quão importante é a nossa tomada de decisão. Como mulheres temos uma responsabilidade grande em nossas mãos e não podemos deixar nada pra depois. Nossa decisão deve ser correta e precisa, pois temos uma geração se espelhando em nosso exemplo, são nossos filhos e netos, e precisamos fazer nosso melhor sempre...

Escolher a Vida Eterna

Randall K. Bennett


O que o profeta Leí ensinou sobre escolhas? Com ele, somos “livres para escolher a liberdade e a vida eterna por meio do grande Mediador de todos os homens, ou para [escolher] o cativeiro e a morte, de acordo com o cativeiro e o poder do diabo”. Depois, ele instruiu: “[Deveis confiar] no grande Mediador e [dar] ouvidos a seus grandes mandamentos; e [ser] fiéis a suas palavras e [escolher] a vida eterna”.
Irmãos e irmãs, nas coisas que escolhemos pensar, sentir e fazer, será que estamos escolhendo a vida eterna?

Nossos netos estão aprendendo que, quando fazem uma escolha, também escolhem as consequências. Recentemente, uma de nossas netas, de três anos, recusou-se a jantar. A mãe explicou: “Já está quase na hora de dormir. Se você decidir jantar, está escolhendo sorvete como sobremesa. Se decidir não jantar, está escolhendo ir para a cama agora, sem sorvete”. Nossa neta avaliou as duas opções e depois declarou enfaticamente: “Quero estaescolha: brincar ecomer só sorvete enão ir dormir.”

Irmãos e irmãs, será que podemos brincar, comer só sorvete, não ir para a cama e, de algum modo, evitar as consequências, tais como a desnutrição e o cansaço?

Na verdade, temos apenas duas escolhas eternas, cada qual com consequências eternas: a escolha de seguir o Salvador do mundo e, assim, escolher a vida eterna com nosso Pai Celestial, ou a escolha de seguir o mundo e, assim, escolher separar-nos eternamente do Pai Celestial.

Não podemos escolher tanto a segurança da retidão quanto os perigos da vida mundana. Pode parecer inofensivo andar errante pelo mundo, mas meu banho de mar “refrescante” também parecia!

Tal como a corrente que poderia ter mudado o curso da vida de minha família, a corrente do mundanismo, as filosofias enganadoras, os falsos ensinamentos e a crescente imoralidade procuram arrastar-nos para longe e separar-nos eternamente de nossa família e do Pai Celestial.

Nossos profetas vivos, videntes e reveladores enxergam e procuram avisar-nos das perigosas e muitas vezes sutis correntes mundanas que nos ameaçam. Eles convidam, incentivam, ensinam, lembram e avisam com amor. Sabem que nossa segurança depende da escolha de seguir (1) a compreensão que adquirimos ao estudar diariamente as escrituras, ponderar e orar, (2) a orientação do Espírito Santo e (3) o conselho dos profetas. Eles sabem que somente há segurança e, por fim, alegria em nosso Salvador Jesus Cristo e na aplicação prática de Seu evangelho. Como o Élder Dallin H. Oaks acabou de nos ensinar, o Salvador declarou: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”.

Durante a adversidade e o sofrimento vivenciados na Rússia pós-soviética, Anatoly e Svetlana Reshetnikov escolheram a retidão em vez do mundanismo. Depois de se filiarem à Igreja, foram perseguidos. Ele foi demitido de seu cargo no trabalho. Corajosamente, pensaram: “Agora temos mais tempo para servir a Deus!” Receberam constantes ameaças, mas escolheram levar uma vida centralizada no evangelho. O Élder Anatoly Reshetnikov foi chamado como o primeiro Setenta de Área russo. Por meio de suas escolhas, a família Reshetnikov continua a escolher a vida eterna.

Todos enfrentamos adversidades. Todos temos tentações. Todos cometemos erros. Nunca é difícil ou tarde demais para fazer escolhas corretas. O arrependimento é uma dessas escolhas corretas fundamentais.

O Presidente Dieter F. Uchtdorf ensinou:
“Os pequenos erros e desvios mínimos da doutrina do evangelho de Jesus Cristo podem trazer tristes consequências para nossa vida. Portanto, é de fundamental importância que nos disciplinemos o suficiente para fazer correções imediatas e decisivas a fim de voltar para o caminho certo e não esperar que os erros de alguma forma se corrijam sozinhos.

Quanto mais demorarmos para tomar medidas corretivas, maiores serão as mudanças e o tempo necessários para voltarmos ao caminho certo, até o ponto de o desastre se tornar iminente”.

Os braços de misericórdia do Salvador estão sempre estendidos para cada um de nós.Se nos arrependermos sincera e plenamente, podemos ser completamente perdoados de nossos erros, e o

Salvador não vai mais Se lembrar de nossos pecados.

Ao avaliar nossas escolhas e suas consequências, podemos perguntar-nos:
  • Estou buscando orientação divina por meio do estudo diário das escrituras, da reflexão e da oração, ou tenho escolhido ficar tão atarefado ou apático que não tenho tempo para estudar as palavras de Cristo, ponderá-las e conversar com meu Pai Celestial?
  • Estou escolhendo seguir o conselho dos profetas vivos de Deus, ou estou seguindo os caminhos do mundo e as opiniões contraditórias das pessoas?
  • Estou buscando a orientação do Espírito Santo diariamente nas coisas que decido pensar, sentir e fazer?
  • Estou constantemente estendendo a mão para socorrer, servir ou ajudar a resgatar outras pessoas?
Meus queridos irmãos e irmãs, seu destino eterno não resultará do acaso, mas sim, da escolha. Nunca é tarde demais para começar a escolher a vida eterna!

Flor: 2

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Mensagem das Professoras Visitantes

Queridas irmãs, segue a mensagem das professoras visitantes desse mês:

Convertidas ao Senhor

Estude este material em espírito de oração e, conforme julgar conveniente, discuta-o com as irmãs que você visita. Use as perguntas para ajudar no fortalecimento das irmãs e para fazer com que a Sociedade de Socorro seja parte ativa de sua própria vida. Acesse www.reliefsociety.LDS.org para mais informações.

Convertidas ao Senhor

Selo da Sociedade de Socorro 

Fé, Família, Auxílio

As irmãs novas da Igreja — inclusive as moças que entram para a Sociedade de Socorro, as irmãs que retornam à atividade e as recém-convertidas — precisam do apoio e da amizade das professoras visitantes. “O envolvimento dos membros é crucial para reter os conversos e trazer os membros menos ativos de volta à atividade plena”, disse o Élder M. Russell Ballard, do Quórum dos Doze Apóstolos. “Adquiram a visão de que (…) a Sociedade de Socorro (…) [pode] tornar-se o instrumento de integração mais eficaz de que dispomos [na Igreja]. Estendam a mão desde o início para as pessoas que estiverem sendo ensinadas e reativadas e amem-nas para que sejam integradas na Igreja por meio de sua organização.”1
Como irmãs da Sociedade de Socorro, podemos ajudar os membros novos a aprender práticas básicas da Igreja, como:
  • Fazer um discurso.
  • Prestar testemunho.
  • Observar a lei do jejum.
  • Pagar o dízimo e outras ofertas.
  • Participar do trabalho de história da família.
  • Realizar batismos e confirmações por antepassados falecidos.
“[Os membros novos] precisam de amigos atenciosos para sentir-se aceitos e à vontade na Igreja”, disse o Élder Ballard.2 Todos nós, mas principalmente as professoras visitantes, temos a importante responsabilidade de fazer amizade com os membros novos de modo a ajudá-los a tornarem-se firmemente “convertidos ao Senhor” (Alma 23:6).

Das Escrituras

De Nossa História

“Com o número crescente de conversos”, disse o Presidente Gordon B. Hinckley (1910–2008), “precisamos de um esforço significativamente maior no sentido de ajudá-los a encontrar o rumo. Cada um deles precisa de três coisas: fazer um amigo, ter uma responsabilidade e ser nutrido ‘pela boa palavra de Deus’ (Morôni 6:4)”.3
As professoras visitantes têm condições de ajudar as irmãs de quem cuidam. Geralmente a amizade vem primeiro, como aconteceu com uma jovem irmã da Sociedade de Socorro que era professora visitante de uma irmã idosa. O desenvolvimento da amizade entre elas foi lento, até que trabalharam lado a lado em um projeto de limpeza. Ficaram amigas e, ao conversarem sobre a Mensagem das Professoras Visitantes, ambas foram nutridas “pela boa palavra de Deus”.
O Presidente Joseph Fielding Smith ensinou que a Sociedade de Socorro é uma “parte vital do reino de Deus na Terra (…) e [ajuda] seus membros fiéis a alcançar a vida eterna no reino de nosso Pai”.4

O Que Posso Fazer?

  1. 1. Oro com minha companheira e peço que o Espírito nos guie ao ministrarmos a nossas irmãs?
  2. 2. De que maneira prestamos serviço a cada irmã de quem cuidamos para que ela saiba que realmente nos importamos com ela?

Boas Vindas


Sejam bem vindos ao nosso blog da sociedade de socorro da Ala Uberlândia

Aqui vamos trocar muitas experiências e incentivar todas irmãs a viverem o lema e tema da sociedade de socorro:


Tema da Sociedade de Socorro

"Somos amadas filhas espirituais de Deus,
e nossa vida tem significado, propósito e direção.
Como irmandade mundial, somos unidas em nossa
devoção a Jesus Cristo, nosso Salvador e Exemplo.
Somos mulheres de fé, virtude, visão e caridade e:
Aumentamos nosso testemunho de Jesus Cristo
por meio da oração e do estudo das escrituras.
Buscamos força espiritual seguindo os sussurros
do Espirito Santo.
Dedicamo-nos ao trabalho de fortalecer o casamento
a familia e o lar.
Consideramos nobre a maternindade e somos felizes
por sermos mulheres.
Deleitamo-nos no servlço ao próximo e nas boas obras.
Amamos a vida e o aprendizado.
Defendemos a verdade e a retidão.
Apoiamos o sacerdócio como a autoridade de Deus na Terra.
Regozijamo-nos com as bênçãos do templo, compreendemos
nosso destino divino e esforçamo-nos para alcançar a exaltação."